O que gosto tem gosto de pecado
Aquilo que quero é censurado
Meu desejo tem gosto de perigo
Não é isso ou aquilo
É tudo o que vivo
O sabor do que quero
É sempre proibido
Desejo que nasce da libido
As saudades do que anseio
Guardo em rabiscos dobrados
Papeis amarrotados, amassados
O que sinto está escrito
Mas não foi vivido
Não foi provado
De mim foi privado
Partido, roubado
Pois meu beijo tem gosto de pecado
Meu toque foi censurado
Meu desejo tem sabor de perigo
É tudo o que vivo
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Parabéns pelo blog! Você expressa o que sente muito bem. Ao menos foi o que deixo passar.
ResponderExcluirNão sei por quê, seu "quem sou eu" me fez lembrar Dorian Gray... rsrs.
HHASHASHHSHAA
ResponderExcluiro personagem de Oscar Wilde e eu temos algumas coisas em comum realmente!