O poeta nunca esquece seu primeiro amor
Nunca esquece porque so ama uma vez
O poeta recorda para sempre o doce veneno
Da paixão correndo em suas veias
Manchando-lhe a índole
Deixando-lhe sedento daquele amor
O poeta, esta condenado a se recordar eternamente
De seu primeiro amor
Doer-se por ele, sonhar com ele
Odia-lo por vezes, e ate por vezes sem motivos
Para odia-lo
O poeta esta fadado a versar seu primeiro amor
Pois após o primeiro beijo, do primeiro amor
Sua alma já foi corrompida
O poeta esta amarrado a tristeza e ao sofrimento
O poeta esta atado a dor e a solidão
O poeta, nunca esquece seu primeiro amor
Pois o poeta ama apenas uma vez.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
''E o que me consome são as lembranças do passado presente na memoria ausente'' Rafael V. Piacentini
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
NÃO ME FALES DA DOR
não venha falar de dor
minha dor
é algo que ninguem conhece
algo que ninguem nunca sentio
não me venha falar de dor
nunca entederas a minha
nunca entederas
o que se passa em meu peito
apenas
não me venhas falar de dor
pois apenas eu
compreendo a dor que existe
dentro de meu ser.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
minha dor
é algo que ninguem conhece
algo que ninguem nunca sentio
não me venha falar de dor
nunca entederas a minha
nunca entederas
o que se passa em meu peito
apenas
não me venhas falar de dor
pois apenas eu
compreendo a dor que existe
dentro de meu ser.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
domingo, 25 de setembro de 2011
LEMBRANÇAS
Às vezes me acometem
Esses lampejos
Onde vislumbro teu beijo
Recordo teu corpo
Aquela cicatriz no abdômen
Ali, bem ali do lado direito
Volta-me a memória
Invade-me o coração
Teu toque
Que não tenho mais
Em minha mão.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Esses lampejos
Onde vislumbro teu beijo
Recordo teu corpo
Aquela cicatriz no abdômen
Ali, bem ali do lado direito
Volta-me a memória
Invade-me o coração
Teu toque
Que não tenho mais
Em minha mão.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
sábado, 10 de setembro de 2011
AINDA
Ainda sinto
O roçar de tua barba
Em meu pescoço
sinto ainda
a sede que teus labios
deixaram aos meus
pesa-me ainda
a ausencia
de tuas mãos
de teus abraços
de teu calor
de teu corpo
de teu suor
invadem-me ainda
as memorias
os sonhos
invade-me ainda
minha solidão.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
O roçar de tua barba
Em meu pescoço
sinto ainda
a sede que teus labios
deixaram aos meus
pesa-me ainda
a ausencia
de tuas mãos
de teus abraços
de teu calor
de teu corpo
de teu suor
invadem-me ainda
as memorias
os sonhos
invade-me ainda
minha solidão.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
APENAS DE RELANCE
Esta noite, te vi
Apenas de relance
E doeu, como a muito
Não doia
Esta noite, te vi
Apenas de relance
E seinti, a dor
a necessidade de escrever
Nesta noite
Falta-me a rima
Foge-me a linha
Escapa-me a metrica
Nesta noite
Falta-me teu afago
Foge-me lagrimas
Escapa-me soluços
Nesta noite
Em tua ausencia
Me afogo.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Apenas de relance
E doeu, como a muito
Não doia
Esta noite, te vi
Apenas de relance
E seinti, a dor
a necessidade de escrever
Nesta noite
Falta-me a rima
Foge-me a linha
Escapa-me a metrica
Nesta noite
Falta-me teu afago
Foge-me lagrimas
Escapa-me soluços
Nesta noite
Em tua ausencia
Me afogo.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
domingo, 7 de agosto de 2011
FRASE SOLTA NUMERO 01
“Mas do que as lembranças que tenho de ti ficaram marcadas, em um boteco, nossos nomes escrevemos juntos, hoje que não tenho mais o toque de suas mãos tão pouco posso sentir o sabor de seus lábios em minha boca ver estas palavras, meu nome junto ao teu, machuca. As memórias dos sorrisos, dos beijos que demos naquela bodega assalta-me e ferem-me...espero um dia conseguir te apagar de mim, mas nossos nomes juntos, naquela parede, continuarão.”
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
terça-feira, 5 de julho de 2011
DO INVERNO 2
O frio do inverno
Com suas cores
Em escala monocromática
Cinza
Abraçam-me
Os dias nascem
Mas não crescem
Arrastam-se
Num bocejo preguiçoso
A esboçar a espera
Da primavera
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Com suas cores
Em escala monocromática
Cinza
Abraçam-me
Os dias nascem
Mas não crescem
Arrastam-se
Num bocejo preguiçoso
A esboçar a espera
Da primavera
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
segunda-feira, 20 de junho de 2011
POR DO SOL
Ultimamente tudo anda tão estranho
Como no exato momento do por do sol
Quando não se sabe se o dia já se foi
Ou se é a noite que esta chegando
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Como no exato momento do por do sol
Quando não se sabe se o dia já se foi
Ou se é a noite que esta chegando
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
domingo, 19 de junho de 2011
ALGO DE VOCÊ
sofrer, pega tão mal
por isso vivo hoje
entre copos e corpos
que me lembram teu rosto
apaixono-me por uma noite
por qualquer um
que tenha algo
de parecido com você.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
por isso vivo hoje
entre copos e corpos
que me lembram teu rosto
apaixono-me por uma noite
por qualquer um
que tenha algo
de parecido com você.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
quinta-feira, 26 de maio de 2011
SEM TER O QUE DIZER
Procuro palavras com as quais
Eu possa expressar a falta que sinto de ti
Mas elas me escapam
Quando cruzo contigo por portas e corredores
Acabo por vê-lo e ainda sim
Fico sem ter o que dizer
Mas também o que há a ser dito?
Se me evitas de muitas formas
Olha-me de esguelha
Finge nem notar minha presença
Não tens o que dizer
Não temos o que dizer
Ficamos os dois
Sem palavras.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Eu possa expressar a falta que sinto de ti
Mas elas me escapam
Quando cruzo contigo por portas e corredores
Acabo por vê-lo e ainda sim
Fico sem ter o que dizer
Mas também o que há a ser dito?
Se me evitas de muitas formas
Olha-me de esguelha
Finge nem notar minha presença
Não tens o que dizer
Não temos o que dizer
Ficamos os dois
Sem palavras.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
domingo, 8 de maio de 2011
DEPOIS
Tropeco em lembrancas
Devaneio nos meus sonhos
Embreago-me no desejo
Afogo-me em lagrimas
Depois
Saceio-me no prazer
Que encontro ente
Lencois estranhos a mim
Mas que satisfazem-me por
apenas uma noite
Iludo-me com teu sorriso
Sinto teus olhos pousados
Em meu corpo, ilusao
Alimento-me dos lampejos
Estalidos das poucas vezes
Que tua boca sussurra meu nome
Tropeco em lembrancas
Para depois
Levantar-me
E viver
Embreagado em minhas ilusoes.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Devaneio nos meus sonhos
Embreago-me no desejo
Afogo-me em lagrimas
Depois
Saceio-me no prazer
Que encontro ente
Lencois estranhos a mim
Mas que satisfazem-me por
apenas uma noite
Iludo-me com teu sorriso
Sinto teus olhos pousados
Em meu corpo, ilusao
Alimento-me dos lampejos
Estalidos das poucas vezes
Que tua boca sussurra meu nome
Tropeco em lembrancas
Para depois
Levantar-me
E viver
Embreagado em minhas ilusoes.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
CEU DE BAUNILHA
As ultimas pinceladas da luz
Que tinge meu ceu de fim de tarde
Em tons de baunilha
Ja estao mais palidas
E menus expressivas
Meu ceu cor de baunilha
Da lugar a uma mancha negra
Com respingos brancos
Pequenas estrelas
Que ficam a observar
minha dor, minha tristeza
Enquanto espero o amanhecer
Trazer suas rapidas pinceladas
Alaranjadas que gradativamente
Dao lugar ao meu ceu de baunilha
Doce, mas tao insosso.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Que tinge meu ceu de fim de tarde
Em tons de baunilha
Ja estao mais palidas
E menus expressivas
Meu ceu cor de baunilha
Da lugar a uma mancha negra
Com respingos brancos
Pequenas estrelas
Que ficam a observar
minha dor, minha tristeza
Enquanto espero o amanhecer
Trazer suas rapidas pinceladas
Alaranjadas que gradativamente
Dao lugar ao meu ceu de baunilha
Doce, mas tao insosso.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
DA CHUVA
La fora o tempo fecha
Uma chuva fria e chata
Bate a minha janela
Enquanto eu aqui sentado
A minha escrivaninha
Olha para aquela foto
Em que estamos abraçados
Sinto falta de teus
Braços ao redor de meu corpo
Aquecendo-me como fazia
Nas frias noites em que estava-mos juntos
Em minha janela
Bate uma chuva fria e chata
Em meu peito palpita saudade
De meus olhos chovem lembranças
De minha boca verte teu nome
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Uma chuva fria e chata
Bate a minha janela
Enquanto eu aqui sentado
A minha escrivaninha
Olha para aquela foto
Em que estamos abraçados
Sinto falta de teus
Braços ao redor de meu corpo
Aquecendo-me como fazia
Nas frias noites em que estava-mos juntos
Em minha janela
Bate uma chuva fria e chata
Em meu peito palpita saudade
De meus olhos chovem lembranças
De minha boca verte teu nome
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
terça-feira, 5 de abril de 2011
TEU CAPRICHO
Por que resistes a teus desejos?
Se afinal desejos
Não passam apenas de caprichos
E caprichos têm a eterna duração
De apenas um segundo
Caprichos são aqueles ardentes
Quereres, do quere ter até possuir
E depois de possuir...
Simplesmente não querer mais
Vejo no verde de teus olhos
Um imenso desejo de possuir-me
O capricho que expressas ao ver-me
Em outros braços que não os teus
Talvez seja apenas o sentimento de posse
Mas, ainda é um sentimento
Então por que negas isto?
Se és teu capricho ter-me
Possua-me
Nem que seja por apenas
Mais uma noite.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Se afinal desejos
Não passam apenas de caprichos
E caprichos têm a eterna duração
De apenas um segundo
Caprichos são aqueles ardentes
Quereres, do quere ter até possuir
E depois de possuir...
Simplesmente não querer mais
Vejo no verde de teus olhos
Um imenso desejo de possuir-me
O capricho que expressas ao ver-me
Em outros braços que não os teus
Talvez seja apenas o sentimento de posse
Mas, ainda é um sentimento
Então por que negas isto?
Se és teu capricho ter-me
Possua-me
Nem que seja por apenas
Mais uma noite.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
CRITICA A MINHA POESIA
Dissera-me um dia desses
Que escrevo bem, mas ate ai
Nenhuma novidade
Mas criticaram os temas de
Minhas rimas, que nem sempre
Rimam é verdade
O amor e a tristeza
É isso que versam meus poemas
Entretanto propuseram-me
Que eu escrevesse
Sobre outros assuntos
Mas vejo isso como se fosse
Versar aos avessos
Se o que sinto é esse amor
Que me enche de tristeza
Como poderia escrever sobre
Alegria
Seria um falso alegrar-se
Um sorriso forçado
Aquele em que a boca sorri
E os olhos choram
Então, continuarei versando
Sobre o amor e a tristeza
Que habitam em mim
Afinal
Meu eu, é assim
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Que escrevo bem, mas ate ai
Nenhuma novidade
Mas criticaram os temas de
Minhas rimas, que nem sempre
Rimam é verdade
O amor e a tristeza
É isso que versam meus poemas
Entretanto propuseram-me
Que eu escrevesse
Sobre outros assuntos
Mas vejo isso como se fosse
Versar aos avessos
Se o que sinto é esse amor
Que me enche de tristeza
Como poderia escrever sobre
Alegria
Seria um falso alegrar-se
Um sorriso forçado
Aquele em que a boca sorri
E os olhos choram
Então, continuarei versando
Sobre o amor e a tristeza
Que habitam em mim
Afinal
Meu eu, é assim
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
quinta-feira, 24 de março de 2011
O MAIS PROVÁVEL
A mão dança sobre o papel
Escrevendo versos e mais versos
Faz nascerem estrofes
Faz crescerem poemas
E com que finalidade
Se no fim, talvez tu nem saibas
Da existência deles
Talvez nunca os leia
Na verdade o és mais provável
Que tu nunca os leia
Ainda sim
Escrevo.
RAFAEL VENTURIN PIACENITNI
Escrevendo versos e mais versos
Faz nascerem estrofes
Faz crescerem poemas
E com que finalidade
Se no fim, talvez tu nem saibas
Da existência deles
Talvez nunca os leia
Na verdade o és mais provável
Que tu nunca os leia
Ainda sim
Escrevo.
RAFAEL VENTURIN PIACENITNI
REMÔO
Penso, paro, lembro
Remôo
Penso em ti
Paro para ver-te
Lembro de nós
Remôo
Escrevo, desenho, sonho
Remôo
Escrevo teu nome
Desenho teu rosto
Sonho contigo
Remôo
Viajo, esqueço, volto
Remôo
Viajo para longe de ti
Esqueço de esquecer-te
Volto e ainda te amo
Remôo
Deixo estar
Remoendo, me roendo
Amando-te
Por quanto tempo
Eu amar-te
Afinal
Amar é simples
O complicado
É ser amado
RAFAEL VENTURIN PIACENTNI
Remôo
Penso em ti
Paro para ver-te
Lembro de nós
Remôo
Escrevo, desenho, sonho
Remôo
Escrevo teu nome
Desenho teu rosto
Sonho contigo
Remôo
Viajo, esqueço, volto
Remôo
Viajo para longe de ti
Esqueço de esquecer-te
Volto e ainda te amo
Remôo
Deixo estar
Remoendo, me roendo
Amando-te
Por quanto tempo
Eu amar-te
Afinal
Amar é simples
O complicado
É ser amado
RAFAEL VENTURIN PIACENTNI
quarta-feira, 23 de março de 2011
RIMA NÃO
Não gosto de rima
Afinal, porque o de baixo
Tem que combinar
Como de cima?
Como rimar
Por exemplo, o verbo Amar
Só consigo pensar
Deixar, chorar, odiar
Se não da pra rimar
O amor
Porque debater-me
Em tanta dor?
Não gosto de rima
Apesar de contigo
E comigo
Rimar
Você não rima com mim
Afinal
Tu não rimas com eu.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Afinal, porque o de baixo
Tem que combinar
Como de cima?
Como rimar
Por exemplo, o verbo Amar
Só consigo pensar
Deixar, chorar, odiar
Se não da pra rimar
O amor
Porque debater-me
Em tanta dor?
Não gosto de rima
Apesar de contigo
E comigo
Rimar
Você não rima com mim
Afinal
Tu não rimas com eu.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
TEUS OLHOS, MEUS LABIOS
Tua boca mente a meu coração
E posso dizer que ao também
Por que não?
Se quando com meu cigarro
Entre meus lábios
Olho a minha frente
E vejo teu olhar
Grudado em mim
Percebo que também tragas
Mas teus olhos
Ah teus olhos
Percorrem meus lábios
Enquanto imaginas
O mesmo caminho
Sendo percorrido
Pelos teus lábios
Disfarças
Desvias
O olhar, desvias o olhar
Mas apenas o olhar
Pois teus olhos
Ainda estão em minha boca
A mesma boca onde antes esteve
Teus lábios
A mesma boca
Onde ainda desejas
Pousá-los novamente
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
E posso dizer que ao também
Por que não?
Se quando com meu cigarro
Entre meus lábios
Olho a minha frente
E vejo teu olhar
Grudado em mim
Percebo que também tragas
Mas teus olhos
Ah teus olhos
Percorrem meus lábios
Enquanto imaginas
O mesmo caminho
Sendo percorrido
Pelos teus lábios
Disfarças
Desvias
O olhar, desvias o olhar
Mas apenas o olhar
Pois teus olhos
Ainda estão em minha boca
A mesma boca onde antes esteve
Teus lábios
A mesma boca
Onde ainda desejas
Pousá-los novamente
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
POESIA
Eu queria ser poeta
Colher as palavras
E arranjá-las em buques de versos
Queria ser amigo das estofes
Ter a liberdade das palavras
Para traduzir o amor que sinto por você
Mas das palavras
Só tenho o amor
Desde que nossos destinos se cruzaram
Foi amor a primeira palavra
A palavra
Sempre a palavra
A palavra em nossas madrugadas de conversas
A saudade, a ausência
Juro estar sempre ao seu lado
Pois na vida eu sou sujeito
Mas você é o predicado
E nossos momentos o verbo
E mesmo que nos percamos
Nas distancias do mundo
Ou que a vida nos separe
A saudade fará com que nos reencontremos
Pois em mim
Você é significante
Valioso
O grande acontecimento
Que sempre permanece.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Colher as palavras
E arranjá-las em buques de versos
Queria ser amigo das estofes
Ter a liberdade das palavras
Para traduzir o amor que sinto por você
Mas das palavras
Só tenho o amor
Desde que nossos destinos se cruzaram
Foi amor a primeira palavra
A palavra
Sempre a palavra
A palavra em nossas madrugadas de conversas
A saudade, a ausência
Juro estar sempre ao seu lado
Pois na vida eu sou sujeito
Mas você é o predicado
E nossos momentos o verbo
E mesmo que nos percamos
Nas distancias do mundo
Ou que a vida nos separe
A saudade fará com que nos reencontremos
Pois em mim
Você é significante
Valioso
O grande acontecimento
Que sempre permanece.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
ORVALHO
Olho em seus olhos
Riu em sua boca
Vejo meu eu em ti
Alguma coisa me diz
Logo nos veremos
Hoje, talvez
Ontem, outra vez!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Riu em sua boca
Vejo meu eu em ti
Alguma coisa me diz
Logo nos veremos
Hoje, talvez
Ontem, outra vez!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
SOU
Sou tudo, sou nada
Sou de todos, de ninguém
Sou do dia, do sol
Da lua e da noite
Do encontro, do desencontro
Estou no abraço, na despedida
Na chegada, na partida
No sorriso e na lagrima
Sou parte de um todo
O todo de uma parte
A falta de tudo
O escuro da luz
A razão da emoção
Um pouco multidão
No meio da solidão
Sou a saudade do que não vi
Sou algo para sempre
Algo de repente
Sou aquilo que se sente
O frio, quente
O que ficou e o que pendente
Em um passado presente...
... na memória ausente.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Sou de todos, de ninguém
Sou do dia, do sol
Da lua e da noite
Do encontro, do desencontro
Estou no abraço, na despedida
Na chegada, na partida
No sorriso e na lagrima
Sou parte de um todo
O todo de uma parte
A falta de tudo
O escuro da luz
A razão da emoção
Um pouco multidão
No meio da solidão
Sou a saudade do que não vi
Sou algo para sempre
Algo de repente
Sou aquilo que se sente
O frio, quente
O que ficou e o que pendente
Em um passado presente...
... na memória ausente.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
RETICENCIAS 2
Você é o sentido daquilo que escrevo
O sinônimo disso que sinto
O prefixo de meu eu
O sufixo de mim
É minha historia sem fim
Em nós nunca haverá ponto final
Apenas reticências...
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
O sinônimo disso que sinto
O prefixo de meu eu
O sufixo de mim
É minha historia sem fim
Em nós nunca haverá ponto final
Apenas reticências...
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
PRIMEIRO ENCONTRO
Estava cansado de tudo
De tanto caminhar
Não havia poesia
Não existia melodia
Sentia medo da vida
Sentia medo de amar
Naquela festa vazia
Sem sentido
Sues olhos lindos no espaço
Me viram no escuro
Veio um abraço
Chegou sua boca
Suas mãos me acariciaram
Cheguei ao meu destino
Te amar!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
De tanto caminhar
Não havia poesia
Não existia melodia
Sentia medo da vida
Sentia medo de amar
Naquela festa vazia
Sem sentido
Sues olhos lindos no espaço
Me viram no escuro
Veio um abraço
Chegou sua boca
Suas mãos me acariciaram
Cheguei ao meu destino
Te amar!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
AMAR DÓI
Tantas palavras riscadas
Lembranças agradáveis
E memórias afiadas
A me machucar
Me cortar
Dilacerar
Tanta poesia jogada fora
Tantas mentiras
Deliciosamente contadas
Hoje o que há em mim
Versos escritos
Que de nada servem
Pois todos sabem
Cantar o amor é fácil
O difícil é vive-lo
Porque amar, dói
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Lembranças agradáveis
E memórias afiadas
A me machucar
Me cortar
Dilacerar
Tanta poesia jogada fora
Tantas mentiras
Deliciosamente contadas
Hoje o que há em mim
Versos escritos
Que de nada servem
Pois todos sabem
Cantar o amor é fácil
O difícil é vive-lo
Porque amar, dói
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
RECORDAR
Recordando momentos
Chorando aos ventos
Lagrimas a lavar-me o rosto
Boca a desejar seu gosto
Perdido em toque
Em pele, beijos
Que hoje se tornaram
Apenas desejos
Nas noites em claro
É quando me calo
Sempre só estou
Esperando o dia
Em que me vou
Não desejo alguém
Nem anseio a esperança
Queria você, vem
Não veio
Fico apenas com a lembrança
Fica para mim
Minha companhia
Meus versos
E minha poesia
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Chorando aos ventos
Lagrimas a lavar-me o rosto
Boca a desejar seu gosto
Perdido em toque
Em pele, beijos
Que hoje se tornaram
Apenas desejos
Nas noites em claro
É quando me calo
Sempre só estou
Esperando o dia
Em que me vou
Não desejo alguém
Nem anseio a esperança
Queria você, vem
Não veio
Fico apenas com a lembrança
Fica para mim
Minha companhia
Meus versos
E minha poesia
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
AMOR INACABADO
Amor é algo incalculável
Uma estrutura em balanço
Caminho sem, infindável
Que nem alcanço num abraço
Amor é verbo por que é ação
Não precisa ser de amante
Mas tem que ser de coração
Amor é algo cheio de nada
Como um livro escrito de silencio
Por isso é algo que não se acaba!
Nunca.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Uma estrutura em balanço
Caminho sem, infindável
Que nem alcanço num abraço
Amor é verbo por que é ação
Não precisa ser de amante
Mas tem que ser de coração
Amor é algo cheio de nada
Como um livro escrito de silencio
Por isso é algo que não se acaba!
Nunca.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
terça-feira, 22 de março de 2011
EVITA-ME
Quando percebes minha presença
Evita-me
Esconde-se
Enfim, Foges de mim
Por que?
Talvez o presente
Que te dei, tenha tocado-te
Ou talvez seu medo
De aceitar algum tipo de sentimento
Por mim
Afasta-te
Não espero resposta
Pelo desenho que lhe dei
É apenas um beijo nosso
eternisado por minha mãos
Em uma folha de papel
Em branco
Então, por que ainda assim
Evita-me?
Não consigo enter.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Evita-me
Esconde-se
Enfim, Foges de mim
Por que?
Talvez o presente
Que te dei, tenha tocado-te
Ou talvez seu medo
De aceitar algum tipo de sentimento
Por mim
Afasta-te
Não espero resposta
Pelo desenho que lhe dei
É apenas um beijo nosso
eternisado por minha mãos
Em uma folha de papel
Em branco
Então, por que ainda assim
Evita-me?
Não consigo enter.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
segunda-feira, 21 de março de 2011
DIÁLAGO DE DOIS ESQUECIDOS
Daquela noite?
Não lembro
Absolutamente nada
Esqueci
Esqueceu?
Esqueci
Mas não tudo
Possuo fragmentos
De memória
Lembro-me de ti
De mim?
De ti
Sim
O que se lembras de mim?
Lembro
Que me abraçastes
Dissestes querer-me de volta
Roubaste-me um beijo
E dissestes que ainda me amas
Me amas muito.
RAFAEL VENTURIN PIACENTNI
Não lembro
Absolutamente nada
Esqueci
Esqueceu?
Esqueci
Mas não tudo
Possuo fragmentos
De memória
Lembro-me de ti
De mim?
De ti
Sim
O que se lembras de mim?
Lembro
Que me abraçastes
Dissestes querer-me de volta
Roubaste-me um beijo
E dissestes que ainda me amas
Me amas muito.
RAFAEL VENTURIN PIACENTNI
ACABOU
Acabou
Coisa mais sem sentindo
Como acabou?
Se ainda posso sentir
O peso de seu olhar
Sobre mim
O desejo de seu corpo
Pelo meu corpo
Emana de ti
O perfume
Do coito
De seu eu afoito
Acabou?
Não
Não acabou
Tens medo de sofrer
De fazer-me sofrer
Tens medo
Uma ultima noite
Que se estendeu
Por uma manhã
Sem amanhã
Perdida em seu medo
Em seu sexo
Em seus olhos sobre mim
Seu gozo em meu corpo
Acabou?
Aquela noite talvez acabasse
Mas a verdade é que
Todo resto continuou
Meu amor por ti
Continua
Seu medo
Continua
Seus olhos em cima de mim
Desejando mais uma noite sem fim
Enfim
Continua
Mas enquanto de teus olhos
Vem a verdade, o desejo, o querer
Talvez ate um gostar secreto
Que teu orgulho
Impede-te de assumir
Enquanto de teu corpo
Vem o sinal
Sexo
Louco
Coito
Gozo
Enquanto tudo em ti diz
Quero-te
De tua boca
Vêm as palavras
Acabou, arquiteto, acabou.
RAFAEL VENTURIN PIACENTNI
Coisa mais sem sentindo
Como acabou?
Se ainda posso sentir
O peso de seu olhar
Sobre mim
O desejo de seu corpo
Pelo meu corpo
Emana de ti
O perfume
Do coito
De seu eu afoito
Acabou?
Não
Não acabou
Tens medo de sofrer
De fazer-me sofrer
Tens medo
Uma ultima noite
Que se estendeu
Por uma manhã
Sem amanhã
Perdida em seu medo
Em seu sexo
Em seus olhos sobre mim
Seu gozo em meu corpo
Acabou?
Aquela noite talvez acabasse
Mas a verdade é que
Todo resto continuou
Meu amor por ti
Continua
Seu medo
Continua
Seus olhos em cima de mim
Desejando mais uma noite sem fim
Enfim
Continua
Mas enquanto de teus olhos
Vem a verdade, o desejo, o querer
Talvez ate um gostar secreto
Que teu orgulho
Impede-te de assumir
Enquanto de teu corpo
Vem o sinal
Sexo
Louco
Coito
Gozo
Enquanto tudo em ti diz
Quero-te
De tua boca
Vêm as palavras
Acabou, arquiteto, acabou.
RAFAEL VENTURIN PIACENTNI
TAQUICARDIA
Quando vejo teus olhos nos meus
Taquicardia
Vem aquela súbita aceleração do coração
Um bate, bate, bate
Taquicardia
Sinto tuas mãos
Arrepio
Mas elas estão tão distantes de meu corpo
Taquicardia
Quando vejo teu olhar
Horas vago
As vezes sedento
Posso sentir
Taquicardia
Bate, bate, bate
Sentir teu sexo em mim
Arrepios
Não
Orgasmos
Taquicardia
Taquicardia
Orgasmos
Taquicardia.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Taquicardia
Vem aquela súbita aceleração do coração
Um bate, bate, bate
Taquicardia
Sinto tuas mãos
Arrepio
Mas elas estão tão distantes de meu corpo
Taquicardia
Quando vejo teu olhar
Horas vago
As vezes sedento
Posso sentir
Taquicardia
Bate, bate, bate
Sentir teu sexo em mim
Arrepios
Não
Orgasmos
Taquicardia
Taquicardia
Orgasmos
Taquicardia.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
TORMENTO
Acendo mais um cigarro
Provo seu sabor
O que mais há fazer?
Se eu passo dias e noites
Com os olhos úmidos
Lagrimas que tento segurar
Mas escapam-me
Como a fumaça de meu cigarro
Que agora escapa de meus pulmões
Enche meu quarto com sua densidade
Enquanto minha mente
É preenchida por memórias
Memórias de nós dois
Ainda mais densas
Que a fumaça
Tormento
Única palavra que me vem
Como possibilidade
Para descrever o que me causam
Essas memórias
Mesmo este poema
Que escrevo neste momento
Possui uma forma
Que remete teu corpo
Tormento.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Provo seu sabor
O que mais há fazer?
Se eu passo dias e noites
Com os olhos úmidos
Lagrimas que tento segurar
Mas escapam-me
Como a fumaça de meu cigarro
Que agora escapa de meus pulmões
Enche meu quarto com sua densidade
Enquanto minha mente
É preenchida por memórias
Memórias de nós dois
Ainda mais densas
Que a fumaça
Tormento
Única palavra que me vem
Como possibilidade
Para descrever o que me causam
Essas memórias
Mesmo este poema
Que escrevo neste momento
Possui uma forma
Que remete teu corpo
Tormento.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
TARDE VAZIA
Nessa tarde chuvosa
Tudo cinza, tudo triste
Quando frias gotas
A tocar a pele, arrepiam
Como outrora
Arrepiava-me suas mãos quentes
Caminhando, açoitado pelo vento
Vejo o passado, relembro embaçado
Mas não sei se por gotas da chuva
Ou por lagrimas a rolar-me a face
Busco ver por essa neblina
Procuro encontrar um caminho
Não há saída
Só a nevoa a me rodear
E o abraço da solidão a me tocar
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Tudo cinza, tudo triste
Quando frias gotas
A tocar a pele, arrepiam
Como outrora
Arrepiava-me suas mãos quentes
Caminhando, açoitado pelo vento
Vejo o passado, relembro embaçado
Mas não sei se por gotas da chuva
Ou por lagrimas a rolar-me a face
Busco ver por essa neblina
Procuro encontrar um caminho
Não há saída
Só a nevoa a me rodear
E o abraço da solidão a me tocar
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
PAPEL AMASSADO
Um sentimento nublado
De alguém sempre exagerado
Sobre misterioso segredo guardado
A muito esquecido em papel amassado
Assim que tudo se dissipa
É que nada se explica
Pois na lembrança perdida
É que me minha alma habita
Já não quero mais sossego
O que desejo é aconchego
É isso então o que almejo
Saborear do gosto desse beijo
Um querer por todos percebido
Que apenas sonho ter tido
Em minhas conversas contigo
Desejo que fossem ao pé d’ouvido
Meus papeis amassados
Um dia serão juntados
Meus desejos, agora rabiscados
Estarão então guardados
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
De alguém sempre exagerado
Sobre misterioso segredo guardado
A muito esquecido em papel amassado
Assim que tudo se dissipa
É que nada se explica
Pois na lembrança perdida
É que me minha alma habita
Já não quero mais sossego
O que desejo é aconchego
É isso então o que almejo
Saborear do gosto desse beijo
Um querer por todos percebido
Que apenas sonho ter tido
Em minhas conversas contigo
Desejo que fossem ao pé d’ouvido
Meus papeis amassados
Um dia serão juntados
Meus desejos, agora rabiscados
Estarão então guardados
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
ONDE ESTOU
Perdido nesta solidão
Cheio desse encantamento
Quero mais é pensamento
A luz nessa escuridão
Estou ali
Estou lá
Talvez eu vá
Parar aqui ou ali
Creio que vou continuar
Preciso me encontrar
Já faz tanto tempo que me perdi
Não tenho idade, hora, lugar
Continuo a caminhar
Para um dia te contar
Ou seria ME encontrar?
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Cheio desse encantamento
Quero mais é pensamento
A luz nessa escuridão
Estou ali
Estou lá
Talvez eu vá
Parar aqui ou ali
Creio que vou continuar
Preciso me encontrar
Já faz tanto tempo que me perdi
Não tenho idade, hora, lugar
Continuo a caminhar
Para um dia te contar
Ou seria ME encontrar?
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
FUTURO DO POETA
Repouso o café sobre a mesa
Na mão, a caneta
A descrever o que sinto
Em movimentos rápidos
Um risca, rabisca
Escreve, descreve, habita
Palpita
No distante do tempo passado
Do contado em quilômetros
Do tempo futuro
Ainda inalcançado
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Na mão, a caneta
A descrever o que sinto
Em movimentos rápidos
Um risca, rabisca
Escreve, descreve, habita
Palpita
No distante do tempo passado
Do contado em quilômetros
Do tempo futuro
Ainda inalcançado
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
CANÇÃO À NOITE
No crepúsculo vejo cores
Que desconheço
Vejo reflexos e lampejos
Com o toque aveludado do desejo
O doce bocejo de mais um dia
Que me abandona
Permitindo que a noite me invada
E inunde meu ser com a luz da lua
E o sussurrar das estrelas
Embalem meu sono
Um sono sem sonhos
Cheios de saudades
Repleto de vontades
Quando a luz se vai
A noite a cai
Longa noite
interminável
Infindável
Mas é tão agradável
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Que desconheço
Vejo reflexos e lampejos
Com o toque aveludado do desejo
O doce bocejo de mais um dia
Que me abandona
Permitindo que a noite me invada
E inunde meu ser com a luz da lua
E o sussurrar das estrelas
Embalem meu sono
Um sono sem sonhos
Cheios de saudades
Repleto de vontades
Quando a luz se vai
A noite a cai
Longa noite
interminável
Infindável
Mas é tão agradável
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
ANTES QAUE ME ESQUEÇA
Só quero o que é meu
Se por direitos ou defeitos
Apenas o que seja o meu
Antes de partir
Quero minha paz
Meu sossego
Meu coração, e
Aquela foto, em que sorrio
Não quero
Se por desfeito
Eu tenha feito
Tudo como eu quis
Para te machucar
Só quero antes de partir
Olhar tudo o que fiz
Para começar sem chorar
Ah! E antes que me esqueça
Só quero te dizer
Que ainda te amo, muito!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Se por direitos ou defeitos
Apenas o que seja o meu
Antes de partir
Quero minha paz
Meu sossego
Meu coração, e
Aquela foto, em que sorrio
Não quero
Se por desfeito
Eu tenha feito
Tudo como eu quis
Para te machucar
Só quero antes de partir
Olhar tudo o que fiz
Para começar sem chorar
Ah! E antes que me esqueça
Só quero te dizer
Que ainda te amo, muito!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
VICIO DE VOCÊ
As estrelas dos seus olhos
São as luzes da minha vida
O timbre da sua voz
A musica que embala meus sonhos
O perfume da sua pele
O meu vicio
Meu vicio de amar você
De embalar seu sono
Provar o sabor de seus lábios
Em beijos cheios de calor
Que me entorpece com o amor
Vicio do meu amor por você
Seus braços, seus abraços
Enchem-me de algo
Que só posso chamar
Por um nome
Amor.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
São as luzes da minha vida
O timbre da sua voz
A musica que embala meus sonhos
O perfume da sua pele
O meu vicio
Meu vicio de amar você
De embalar seu sono
Provar o sabor de seus lábios
Em beijos cheios de calor
Que me entorpece com o amor
Vicio do meu amor por você
Seus braços, seus abraços
Enchem-me de algo
Que só posso chamar
Por um nome
Amor.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
sexta-feira, 11 de março de 2011
DECEPÇAO
Foste tu minha maior decepcao
dizia amar-me
desejava-me para sempre
mesntiste
para mim
para si tambem
foste tu minha maior decpcao
com tua boca
tao doce as palavres
tao macia aos beijos
fez-me chorar
fez-me sangrar
mentiste para mim
que apenas te amei
foste tu minha maior decpcao
comt uas maos
nem sempre firmes
muitas vezes tremulas
mas sempre carinhosas
que hoje tocam outros
sendo que jurastes
jamis toca-los
foste tu minha maior decpcao
que hoje fere-me
com acoes tao vis
vivendo seus amores curtos
tao curtos quanto pavis
dando ouvido a terceiros
ao inves de ouvir a mim
que ainda te amo
sim
foste tu minha maior decepcao.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
dizia amar-me
desejava-me para sempre
mesntiste
para mim
para si tambem
foste tu minha maior decpcao
com tua boca
tao doce as palavres
tao macia aos beijos
fez-me chorar
fez-me sangrar
mentiste para mim
que apenas te amei
foste tu minha maior decpcao
comt uas maos
nem sempre firmes
muitas vezes tremulas
mas sempre carinhosas
que hoje tocam outros
sendo que jurastes
jamis toca-los
foste tu minha maior decpcao
que hoje fere-me
com acoes tao vis
vivendo seus amores curtos
tao curtos quanto pavis
dando ouvido a terceiros
ao inves de ouvir a mim
que ainda te amo
sim
foste tu minha maior decepcao.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
quinta-feira, 3 de março de 2011
OUTRA NOITE
Outra noite
Se foste longa ou curta
Nem pude perceber
Enquanto meu corpo
Perdia-se no seu
Apesar de meus temores
Apesar de teus temores
Tivemos outra noite
Outra noite
Se foste a ultima e a primeira
Uma nova primeira
Nem pude perceber
Tuas palavras
Hora fazia-me rir
Hora fazia-me chorar
Hora dava-me prazer
Hora dava-me pesar
Mas em tuas palavras
Deixei meu ser correr
Te redescobrir
Com outro olhar
O mesmo calor
Outra noite
Se foste com ou sem luar
Nem pude perceber
Só percebi teu olhar
Em mim, meu corpo
Em tuas mãos
A redescobrir meus contornos
Outra noite
Se foste boa ou foste má
Afirmo
Foste boa
Quisera eu repeti-la
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Se foste longa ou curta
Nem pude perceber
Enquanto meu corpo
Perdia-se no seu
Apesar de meus temores
Apesar de teus temores
Tivemos outra noite
Outra noite
Se foste a ultima e a primeira
Uma nova primeira
Nem pude perceber
Tuas palavras
Hora fazia-me rir
Hora fazia-me chorar
Hora dava-me prazer
Hora dava-me pesar
Mas em tuas palavras
Deixei meu ser correr
Te redescobrir
Com outro olhar
O mesmo calor
Outra noite
Se foste com ou sem luar
Nem pude perceber
Só percebi teu olhar
Em mim, meu corpo
Em tuas mãos
A redescobrir meus contornos
Outra noite
Se foste boa ou foste má
Afirmo
Foste boa
Quisera eu repeti-la
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
sábado, 26 de fevereiro de 2011
PANDORA
Sei que disse que te esqueci
Me enganei, menti
Esquecer-te é inconcebível
O amor que sinto por ti
Coloquei em uma caixa
Minha própria caixa de Pandora.
RAFAEL VENTURIN PIACENITNI
Me enganei, menti
Esquecer-te é inconcebível
O amor que sinto por ti
Coloquei em uma caixa
Minha própria caixa de Pandora.
RAFAEL VENTURIN PIACENITNI
SOFRO
Nos vazios de minhas mãos
Que buscam os contornos
De teu corpo, de nós, nus
Encontram o nada
São vazios, grandes vãos
Tudo em vão
A falta de teus lábios
Teus beijos quentes
Doces, sóbrios, entrelaçados
Lembrando do começo
La no inicio e no final
Prefiro rever o meio
Vivendo sem rodeio
Fico louco, ensandecido
Passo mal
Entre a saudade e a distancia
Quero a decisão em liberdade
Se perto fico
Sofro
Se fico longe
Sofro
Me retiro
Sofro
Sufoco
sofro
RAFAEL VENTURIN PIACENITNI
Que buscam os contornos
De teu corpo, de nós, nus
Encontram o nada
São vazios, grandes vãos
Tudo em vão
A falta de teus lábios
Teus beijos quentes
Doces, sóbrios, entrelaçados
Lembrando do começo
La no inicio e no final
Prefiro rever o meio
Vivendo sem rodeio
Fico louco, ensandecido
Passo mal
Entre a saudade e a distancia
Quero a decisão em liberdade
Se perto fico
Sofro
Se fico longe
Sofro
Me retiro
Sofro
Sufoco
sofro
RAFAEL VENTURIN PIACENITNI
SONHO
Vivendo do passado
Como uma noite
Sem fim, onde
Posso reescrever
Nossa historia
Fantasiando o presente
Um agora
Onde você estaria
Aqui, ao meu lado
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Como uma noite
Sem fim, onde
Posso reescrever
Nossa historia
Fantasiando o presente
Um agora
Onde você estaria
Aqui, ao meu lado
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Reticências
Em esparsas lembranças ausentes
Escondo de ti meu segredo
Nossas conversas onde palavras perdidas
Misturam-se a desejos proibidos
Em tempos passados, abraços desvencilhados
Nas despendias rompidas
Das chegadas inesperadas
Os momentos perdidos dentro de mim
Habita o que sou, ou que fui
Está onde fui, ou onde estou
Sempre destoante, em contraste
Como se nada acabasse
E ficasse sempre por reticências
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Escondo de ti meu segredo
Nossas conversas onde palavras perdidas
Misturam-se a desejos proibidos
Em tempos passados, abraços desvencilhados
Nas despendias rompidas
Das chegadas inesperadas
Os momentos perdidos dentro de mim
Habita o que sou, ou que fui
Está onde fui, ou onde estou
Sempre destoante, em contraste
Como se nada acabasse
E ficasse sempre por reticências
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
SAUDADES
Ah! Maldita saudade
Sempre a saudade
Que consome
E tira o sono
Mas é a saudade
Que te coloca sempre
No meu pensamento
No meu sonho
Faz crescer esse sentimento
A saudade em meu coração
Não a maldita saudade
Mas essa saudade
Plena do desejo de tocar-te
Beijar-te
Estar em seus braços
Sim, é essa a minha saudade
Saudade de você
Saudade de nos meu amor
Que me consome
Que me domina
Traz-te para meus sonhos
Mas em breve
Muito em breve meu amor
Essa mesma saudade
Que sei você também a sente
Ira trazer-te para mim
E assim estarei com você
Meu amor, enfim!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Sempre a saudade
Que consome
E tira o sono
Mas é a saudade
Que te coloca sempre
No meu pensamento
No meu sonho
Faz crescer esse sentimento
A saudade em meu coração
Não a maldita saudade
Mas essa saudade
Plena do desejo de tocar-te
Beijar-te
Estar em seus braços
Sim, é essa a minha saudade
Saudade de você
Saudade de nos meu amor
Que me consome
Que me domina
Traz-te para meus sonhos
Mas em breve
Muito em breve meu amor
Essa mesma saudade
Que sei você também a sente
Ira trazer-te para mim
E assim estarei com você
Meu amor, enfim!
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
HORA DE PARTIR
Nesta noite tão vazia
Sai em busca da alegria
Do passado cotidiano
Esqueço, foi tudo engano
Cada toque, cada beijo
Foi tudo uma mentira
Que foi minha algum dia
Quando sigo com a canção
Depois dessa partida
Assim a vida foi perdida
Uma cena nunca repetida
Cada beijo, cada toque
Foi tudo uma mentira
Que foi minha algum dia
Tenho razão em chorar
Pois meu sono não vai embalar
Tenho um caminho a seguir
Para de sua vista sumir
Cada toque, cada beijo
Foi tudo uma mentira
Que foi minha algum dia
Já não quero mais saber
Minha vida vou seguir
Já é hora de partir.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Sai em busca da alegria
Do passado cotidiano
Esqueço, foi tudo engano
Cada toque, cada beijo
Foi tudo uma mentira
Que foi minha algum dia
Quando sigo com a canção
Depois dessa partida
Assim a vida foi perdida
Uma cena nunca repetida
Cada beijo, cada toque
Foi tudo uma mentira
Que foi minha algum dia
Tenho razão em chorar
Pois meu sono não vai embalar
Tenho um caminho a seguir
Para de sua vista sumir
Cada toque, cada beijo
Foi tudo uma mentira
Que foi minha algum dia
Já não quero mais saber
Minha vida vou seguir
Já é hora de partir.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
RECORDAR
Recordando momentos
Chorando aos ventos
Lagrimas a lavar-me o rosto
Boca a desejar seu gosto
Perdido em toque
Em pele, beijos
Que hoje se tornaram
Apenas desejos
Nas noites em claro
É quando me calo
Sempre só estou
Esperando o dia
Em que me vou
Não desejo alguém
Nem anseio a esperança
Queria você, vem
Não veio
Fico apenas com a lembrança
Fica para mim
Minha companhia
Meus versos
E minha poesia
Rafael Venturin Piacentini
Chorando aos ventos
Lagrimas a lavar-me o rosto
Boca a desejar seu gosto
Perdido em toque
Em pele, beijos
Que hoje se tornaram
Apenas desejos
Nas noites em claro
É quando me calo
Sempre só estou
Esperando o dia
Em que me vou
Não desejo alguém
Nem anseio a esperança
Queria você, vem
Não veio
Fico apenas com a lembrança
Fica para mim
Minha companhia
Meus versos
E minha poesia
Rafael Venturin Piacentini
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