''E o que me consome são as lembranças do passado presente na memoria ausente'' Rafael V. Piacentini
quinta-feira, 27 de junho de 2013
MENINO
sinto falta de ver
o teu sorriso de menino
aquele com prazer
junto do abraço matutino
como foi travesso
comigo o destino
meu egoismo inconfesso
levou pra longe meu menino
espero que me perdoe um dia
que abraçe meu coração peregrino
ou que ao menos ouça a melodia
que escrevo pra ti menino
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
DEPOIS
Depois de mais
Uma noite insone
Desejando apenas
Um abraço teu
Deixando somente
Um poema no pepel
Eu continuo acordado
Despejando palavras
Uma a uma sobre o céu.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Uma noite insone
Desejando apenas
Um abraço teu
Deixando somente
Um poema no pepel
Eu continuo acordado
Despejando palavras
Uma a uma sobre o céu.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
quarta-feira, 26 de junho de 2013
HOJE NÃO TEM POESIA
hoje não tem poesia
esta noite não terá rima
nada de perder alguns versos
que em minh'alma estão imersos
hoje não tem poema
não daqueles beijos
com gosto de cinema
hoje não tem nada
alem dessas minhas
pobres palavras.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
terça-feira, 25 de junho de 2013
DE TE MAGOAR
foi sem intenção
que plantei essa magoa
em teu nobre coração
que se afasta de mim
enterrando-se em fria garoa
por um caminho sem fim
foi sem intenção
mas em meu egoismo
perdi o toque de tua mão
que me salvava do abismo
dessa imensa solidão
foi sem intenção
que enchei teu peito
com a dor que te magoá
te causei esse arranhão
e te fiz pensar
que tudo foi em vão
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
que plantei essa magoa
em teu nobre coração
que se afasta de mim
enterrando-se em fria garoa
por um caminho sem fim
foi sem intenção
mas em meu egoismo
perdi o toque de tua mão
que me salvava do abismo
dessa imensa solidão
foi sem intenção
que enchei teu peito
com a dor que te magoá
te causei esse arranhão
e te fiz pensar
que tudo foi em vão
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
segunda-feira, 24 de junho de 2013
DIANTE DO ESPELHO
Esqueço o passado
Diante do espelho
Um vazio me toma
Assume meu peito
Recordo o que foi
Dito em uma noite
O que não pode ser desfeito
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Diante do espelho
Um vazio me toma
Assume meu peito
Recordo o que foi
Dito em uma noite
O que não pode ser desfeito
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
domingo, 23 de junho de 2013
SONETO A INSONIA
Mais uma noite insone
Assim a luz some
Sem sonhos ou descanso
Fico preso em teu encanto
O nascer do sol vai começar
E na cama fico a rolar
Com a memória a lembrar
O quanto me fez chorar
A luz ja banha o quarto
Brigo com o sol, me bato
Chega desse amor barato
A insonia me pegou
Quando você me deixou
E nada em mim sobrou.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
SÓ MAIS UM POEMA
sopra o vento
sobe a fumaça do cinzeiro
cheio de bitucas
cheio de lembranças
perde-se a rima
é tanta poesia
joga fora
queimada nos cigarros
que trago
no suspiro disfarçado.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
TRAGAR
o cigarro
é meu companheiro
cada bituca
é uma desilusão
tragada
e jogada no cinzeiro.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
quarta-feira, 12 de junho de 2013
DO ENCONTRO
de canto em canto
vivo esse encanto
de todo encontro
ao virar a esquina
soltam-se as mãos
perde-se a rima
amigos e amores se vão
mas sempre existe
o proximo encontro
talvez mais distante
em um outro ponto
mas pego tudo da estante
carrego no peito e pronto
parto para um outro encontro
nesse mesmo instante
pois palpita no peito
o desejo do reencontro
desse novo/ velho
encanto.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
vivo esse encanto
de todo encontro
ao virar a esquina
soltam-se as mãos
perde-se a rima
amigos e amores se vão
mas sempre existe
o proximo encontro
talvez mais distante
em um outro ponto
mas pego tudo da estante
carrego no peito e pronto
parto para um outro encontro
nesse mesmo instante
pois palpita no peito
o desejo do reencontro
desse novo/ velho
encanto.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
sábado, 8 de junho de 2013
DE EDIFICAR
como é belo ver nascer
brotando do chão
a construção
feito em concreto material
na massa, no tijolo
o sonho do arquiteto se torna real
como é belo ver subir
laje a laje o edificio
a escorrer dos braços
dos candangos
o suor de seu oficio
como é belo ver o edificar
e perceber
que o arquiteto tem o poder
de um pequeno mundo criar.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
DA INSOLENCIA
É insone
A insolencia
De tua ausencia
Que chega
Com a noite
E se aconchega
No silencio calado
De meu peito
Que bate entre-cortado.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
A insolencia
De tua ausencia
Que chega
Com a noite
E se aconchega
No silencio calado
De meu peito
Que bate entre-cortado.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
quinta-feira, 6 de junho de 2013
OS CEUS RO RIO GRANDE DO SUL
São mais belos os ceus do rio grande sul
eles tem essa cor, esse tom
que foje ao tom do azul
pme fazem penser em verde
quando olho os ceus do rio grande do sul
eu vejo, eu sinto
aquele verde que vi em teus olhos
aquela verdade
ainda verde
que almeja ainda amadurecer
mas do que valem esses meus versos
soltos num pedaço de papel qualquer
que os ventos do rio grande do sul
nunca levarão
ao ceus de teus olhos
que nao tenho mais
mas ainda me restam
os ceus do rio grande do sul
como lembrança
que fojem ao tom de azul.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
eles tem essa cor, esse tom
que foje ao tom do azul
pme fazem penser em verde
quando olho os ceus do rio grande do sul
eu vejo, eu sinto
aquele verde que vi em teus olhos
aquela verdade
ainda verde
que almeja ainda amadurecer
mas do que valem esses meus versos
soltos num pedaço de papel qualquer
que os ventos do rio grande do sul
nunca levarão
ao ceus de teus olhos
que nao tenho mais
mas ainda me restam
os ceus do rio grande do sul
como lembrança
que fojem ao tom de azul.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
terça-feira, 4 de junho de 2013
DAS ARMADILHAS
o passado
ainda se faz presente
o coração bate ao pensar
na mão o toque faz falta
mas tanto faz
como tanto fez
uma outra noite contigo
talvez?
não
prefiro a solidão
o silencio
assim não caio
nas armadilhas
de meu próprio coração.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
ainda se faz presente
o coração bate ao pensar
na mão o toque faz falta
mas tanto faz
como tanto fez
uma outra noite contigo
talvez?
não
prefiro a solidão
o silencio
assim não caio
nas armadilhas
de meu próprio coração.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
Assinar:
Postagens (Atom)