''E o que me consome são as lembranças do passado presente na memoria ausente'' Rafael V. Piacentini
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
SONETO AO TEU SILENCIO
Até mesmo a noite se fez calar
As nuven insistem em emcobrir o luar
Nem mesmo as estrelas se põe a brilhar
E mesmo o vento oculta seu sussurrar
As palavras insistem em me escapar
Pois seus abraços continuam a me faltar
E seus beijos meu labios anseiam provar
Enquanto minha boca, teu nome continua a chamar
Ao menos balbucie um prenuncio
Não lhe peço qualquert tipo de ode
Apenas que não me prenda na quietude
Quando quiser abandonar a mudez, tu pode
Sorria, então para o sol, na plenitude
Me livre então do silencio, com teu anuncio.
RAFAEL VENTURIN PIACENTINI
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